Classificação dos Seres Vivos

 
A classificação dos seres vivos surgiu da necessidade do Homem em conhecer e entende-los melhor.

Inicialmente os seres vivos foram divididos em dois grandes Reinos: Animal e Vegetal.

Como muitos seres simples não cabiam nesta divisão, em 1866 Ernst Heinrich Haeckel, propôs a categoria Protista, incluindo algas, fungos, protozoários e bactérias, os seres vivos, então, foram divididos em três Reinos: Protista, Plantae e Animalia.

Posteriormente os seres vivos foram divididos em quatro Reinos:Monera, Protista, Plantae (ou Metaphyta) e Animalia (ou Metazoa).

Hoje em dia, é válido o sistema de classificação proposto por Robert Whittaker em 1969, que compreende cinco Reinos: Monera, Protista, Fungi, Plantae e Animalia.

Em 1735, o botânico sueco Carl von Linné (também conhecido por Carolus Linnaeus ou Lineu, 1707-1778) publicou pela primeira vez o livro Systema Naturae, onde apresentou algumas regras de nomenclatura para os seres vivos. Em 1758, na 10º edição de seu livro, Lineu apresentou o sistema de nomenclatura binomial para nomear os seres vivos, sistema que é utilizado até hoje.

Por essa nomenclatura, o nome científico de um ser vivo é composto por dois termos: o primeiro termo é o nome genérico (ou gênero) e o segundo termo é o nome específico (ou espécie). Todo ser vivo possui um nome científico formado, obrigatoriamente, por gênero e espécie.

Para que a classificação fosse uniforme, convencionou-se uma série de regras que devem ser seguidas por todos os cientistas:
  1. todos os nomes científicos devem ser escritos em latim; ou deverão ser latinizados.
  2. o nome genérico deve ter a letra inicial maiúscula, e ser sublinhado ou escrito em itálico.
  3. o nome específico deve ter a letra inicial minúscula, e ser sublinhado ou escrito em itálico.

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